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Avatar de Ary Nogueira

Belo artigo, Helinho.

Sou testemunha da sua essência construtiva, imensa capacidade de articulação e o seu competente olhar quase sólido de distanciamento crítico e de exercitar opções para se chegar a objetivos.

Vemos vários exemplos semelhantes, e todos, para mim, se ancoram na mesma margem: o que pensa e onde quer chegar o líder? O que pensa nos norteia a partir da sua história, de como ele antevia, como se preparava e se posicionava sobre os desafios superados e se posicionou sobre próximos passos. E onde quer chegar é quase uma consequência natural do dito antes. Esse novo objetivo certamente colecionou todos os algoritmos da sua história passada, das suas reações ao presente e onde precisa -que vai além de querer- chegar. Como uma partida de xadrez, com aquelas inúmeras variáveis, em que o jogador se prepara para o cheque-mate desde o primeiro movimento.

Sem o norte claro do líder, aqui incluído o seu próprio posicionamento no tabuleiro, acho difícil uma negociação evoluir.

No mais, obrigado por mais essa grande mensagem.

Forte abraço do Ary

Avatar de Hudson Esteves Junior

Excelente conteúdo. O ponto central ficou bem evidente em : " Nela se negociam identidade, poder, autonomia, reconhecimento, pertencimento e a forma como as pessoas aprenderam a trabalhar e a enxergar a própria organização."

Essa outra parte, é na verdade uma " negociação de cultura", que possui alto grau de dificuldade de entendimento em uma negociação de fusão de duas organizações

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